Como Saber Se Tenho Diabetes?

Quando desconfiar de diabetes?

10 principais sintomas do diabetes O diabetes mellitus (DM), ou simplesmente diabetes, é o nome dado a um grupo de distúrbios metabólicos que levam ao aumento dos níveis de glicose (açúcar) no sangue. Dizemos que o diabetes é um grupo de doenças porque se classifica em mais de um tipo – diabetes tipo 1, tipo 2 e gestacional –, com causas diferentes, evoluções peculiares e tratamentos distintos.

  • Porém, independentemente do tipo de diabetes, um fator em comum torna essa doença bastante perigosa: por ser assintomática em muitos casos, a demora na percepção do seu desenvolvimento pode resultar em graves complicações à saúde.
  • Há situações em que o paciente leva anos para notar a enfermidade.
  • Isso acontece porque, em um primeiro momento, os sintomas do diabetes são “leves” e podem facilmente se confundir com outras desordens menos alarmantes.

São exemplos de sintomas: fadiga, mudanças de humor, alterações no peso, fome e sede constantes, sinais muito relacionados a quadros de estafa e ansiedade. Silencioso e muito perigoso quando não tratado logo no início, o diabetes pode implicar em graves perturbações como lesões nos rins, danos à visão e infecções diversas.

Sem falar em doenças coronárias (cardíacas) como a aterosclerose que, inclusive, pode levar à morte súbita. Principais sintomas do diabetes Vimos que o diabetes se manifesta de três formas, isso sem falar no estágio de pré-diabetes, alteração do metabolismo que pode evoluir para o diabetes tipo 2. E é verdade que muitas vezes é extremamente difícil notar a presença da doença, mas perceber as primeiras manifestações é vital para o controle e não agravamento do quadro.

Apesar dos sintomas do diabetes variarem conforme a apresentação da doença, existe um consenso que indica os principais sinais que são comuns a quase todos os tipos. São os 10 mais citados: 1. Poliúria (micção excessiva) Termo médico para se referir ao aumento da produção de urina, ou seja, a necessidade de urinar muitas vezes durante o dia ou à noite, usualmente em volume normal.

  1. Em um período de 24 horas, adultos chegam a eliminar em média 3 litros de urina, enquanto crianças de 2 a 2,5 litros.
  2. No diabetes, a poliúria acontece porque o organismo precisa se livrar do excesso de glicose no sangue, já que a insulina não é suficiente ou já não consegue fazer esse trabalho.
  3. E então os rins são acionados para servirem de filtro, trabalhando em dobro, de forma a gerarem uma quantidade de líquido maior do que o normal para que a glicose possa ser diluída e excretada através da urina.

Como resultado, quanto mais elevada for a concentração de glicose no sangue (glicemia), mais acentuada será a perda de glicose pela urina (glicosúria), maior será o volume de urina produzido e, consequentemente, mais idas ao banheiro ocorrerão.2. Polidipsia (sede constante) Em função da poliúria – que por vezes pode levar à boca seca até que o corpo reponha os níveis normais de água-, é normal que se tenha sede com mais frequência.

  • E então, a polidipsia se apresenta acompanhada pela ingestão de líquidos em grande quantidade e em várias vezes para suprir a sede constante.3.
  • Polifagia (aumento do apetite) Condição bastante relacionada com doenças metabólicas, como o diabetes, a polifagia (também conhecida por hiperfagia) se caracteriza pela fome excessiva e pela vontade de comer acima do normal, que não cessa mesmo que a pessoa se alimente.

Mas, afinal, porque as pessoas com diabetes sentem muita fome? Como a insulina não dá conta de trabalhar com eficiência no controle da glicemia circulante no sangue, o organismo tende a se esforçar além do normal para eliminar o açúcar excedente. E essa hiperatividade agiliza os episódios de fome.

  1. E mais: como as células não conseguem captar glicose suficiente para gerar energia, o corpo constantemente acredita estar em jejum.
  2. Por isso, como para funcionar corretamente o organismo precisa de energia e o único modo para obtê-la é através da alimentação, emite repetitivos sinais de alerta em forma de fome.

Importante ressaltar, contudo, que o termo não enquadra ocorrências isoladas de fome excessiva, mas sim quando um padrão de comer demais se estabelece ao longo do tempo. E que juntamente à poliúria e à polidipsia, a polifagia compõe a lista dos três sinais clássicos e iniciais do diabetes.

  • 4. Perda de peso
  • Observada com bem menos frequência em pacientes com diabetes tipo 2, a perda de peso é um sintoma extremamente comum no diabetes tipo 1, doença de origem imunológica em que a insulina deixa de ser produzida de modo relativamente repentino.
  • É que nesses casos, com a ausência de insulina – hormônio que também responde pelo armazenamento de gordura e pela síntese de proteínas no organismo –, o corpo deixa de armazenar gordura e de produzir músculos.

Somado a isso, como as células não recebem a glicose em quantidade suficiente para realizar corretamente suas atividades, acabam tendo que obter energia de outras fontes. Ou seja, a partir da quebra de proteínas e dos estoques de gordura. Em resumo, sem insulina o corpo não gera músculos e gorduras, e ainda precisa fazer uso recorrente das reservas existentes.

  • E assim, curiosamente, mesmo apresentando o sintoma de polifagia, pode acontecer da pessoa com diabetes também ter redução brusca de peso.5.
  • Fadiga extrema Cansaço crônico, muito sono, falta de energia para desenvolver atividades cotidianas, preguiça frequente e tontura são sintomas comuns em casos de diabetes.

Ocorrem pela desidratação provocada pela poliúria e pela incapacidade das células em receber glicose suficiente. Vale lembrar que no diabetes tipo 1, a insulina é inexistente, e, no diabetes tipo 2, não funciona corretamente. E como é esse hormônio o responsável por promover a entrada da glicose circulante no sangue para dentro das células, consequentemente, a glicose recebida pelas células não supre as necessidades substanciais.

E, assim, o organismo produz menos energia por falta de “combustível”, o que provoca sintomas como fadiga e sensação de falta de energia.6. Visão embaçada É muito comum pessoas com diabetes serem acometidas por alterações oftalmológicas, como sensação de vista turva ou embaçada. Isso acontece porque a glicemia elevada pode provocar inchaço do cristalino, que é a lente do olho.

You might be interested:  Como Encontrar Uma Pessoa Pelo Nome?

Com o edema, tanto a forma quanto a flexibilidade do cristalino são modificadas, o que leva ao comprometimento da capacidade de foco e, por fim, à visão embaçada. Geralmente, à medida que os níveis de açúcar no sangue se estabilizam, a visão volta ao normal.

E é importante não confundir essa alteração nos olhos com a retinopatia diabética, uma complicação grave da retina que pode surgir após anos de diabetes.7. Infecções fúngicas de repetição Como o diabetes provoca distúrbios no sistema imunológico por também alterar o funcionamento das células de defesa, de modo que pacientes com diabetes chegam a ser considerados imunossuprimidos, é comum o surgimento de infecções fúngicas que podem inclusive demorar a sarar.

São exemplos infecções fúngicas na pele e nas unhas, infecções na região genital – sendo a candidíase a mais comum – e pneumonia. Sem falar que a micção excessiva decorrente da poliúria facilita quadros de infecção urinária.8. Feridas que demoram a cicatrizar Para funcionar bem, o corpo precisa do oxigênio e nutrientes transportados pelo sangue, e, por isso, esse fluído circula por todo organismo de modo contínuo.

  1. Logo, feridas, cortes, úlceras e lesões similares – especialmente nos membros inferiores – demoram a cicatrizar e podem até piorar com o tempo, por conta da diminuição da função das células responsáveis pela reparação dos tecidos e da dificuldade na geração de novos vasos sanguíneos.
  2. 9. Coceira frequente
  3. Quem tem diabetes é também mais propenso a apresentar problemas na pele, principalmente em razão da baixa imunidade e por causa da dificuldade do corpo se manter hidratado por conta da poliúria – o que deixa a pele mais suscetível a ressecamentos.
  4. A maior sensibilidade ao desenvolvimento de infecções por fungos e os problemas circulatórios comuns à doença são outros fatores que levam aos eventos de comichão.
  5. 10. Escurecimento das dobras
  6. E para encerrar a lista dos 10 principais sintomas do diabetes temos as manchas escuras na pele, que têm aspecto aveludado e verrucoso e geram muito desconforto estético.
  7. Condição denominada acantose nigricante ou nigricans, o escurecimento localizado da pele resulta da resistência à insulina, e ocorre com mais frequência em regiões de dobras como pescoço, axilas e virilha.
  8. Auxílio médico

Agora que você já está por dentro dos principais sintomas do diabetes e como eles se apresentam – sem esquecer que existem outros sinais que não foram abordados, como impotência sexual, náusea excessiva, neuropatias diabéticas, etc. –, caso tenha notado ter uma ou mais indicações que podem levar a um diagnóstico positivo dessa doença crônica e silenciosa, consulte um médico.

Somente por meio de exames laboratoriais próprios para o diagnóstico de diabetes mellitus é possível ter certeza sobre a existência dessa enfermidade, qual o tipo apresentado e o tratamento indicado. E nunca é demais lembrar: qualquer pessoa pode ter diabetes mesmo sem casos prévios na família, sendo que as chances de desenvolver essa comorbidade aumentam em função da má alimentação, obesidade e sedentarismo.

: 10 principais sintomas do diabetes

É possível ter diabetes é não saber?

Como descobrir se você pode ter diabetes A Organização Mundial da Saúde publicou um relatório alarmante neste ano: a diabetes já afeta quase 1 em cada 11 adultos no mundo, e os casos passaram de 108 milhões nos anos 1980 para 422 milhões em 2014. O Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, é o quarto país do mundo com maior prevalência da doença.

Estima-se que haja cerca de 14 milhões de diabéticos no país, ou 12% da população adulta. Mas como saber se você pode ter a doença e deve procurar um médico? Para responder a pergunta é preciso, em primeiro lugar, entender que há dois tipos diferentes de diabetes. A do tipo 1 corresponde a mais ou menos 10% dos casos e atinge principalmente crianças e adolescentes.

Neste tipo, segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes, Luiz Alberto Andreotti Turatti, sintomas como sede, excesso de urina e cansaço são comuns. Já os outros 90% dos casos são de diabetes tipo 2. Atinge, normalmente, pessoas com mais de 40 anos e está relacionada à obesidade e sedentarismo.

Mas, diferentemente do que ocorre no tipo 1, as pessoas que sofrem de diabetes tipo 2 não costumam apresentar sintomas. “A gente chama o tipo 2 de doença silenciosa. Ela é traiçoeira, porque a maioria das pessoas não tem sintomas, a não ser que a doença esteja descontrolada”, diz Turatti. Por isso, segundo Marcos Tambascia, professor especialista em endocrinologia da Unicamp, o conselho é que pessoas com mais de 45 anos façam check up regularmente para investigar se têm diabetes.

O censo sobre diabetes no Brasil, segundo ele, mostrou que 50% das pessoas afetadas não sabiam que tinham a doença. Muitas vezes elas só a descobrem quando as complicações da doença – como problemas de visão e nos rins – aparecem. Ele afirma também que a melhor forma de prevenção é se manter dentro do peso e fazer exercícios físicos.

  • “Teoricamente é fácil, mas a gente sabe que na prática é difícil”, completa.
  • A BBC Brasil lista abaixo alguns sinais que podem indicar que você precisa procurar um médico:
  • Getty Images
  • 1) Sede
  • Ter sede em excesso pode ser um indicativo de diabetes.
  • Isso acontece porque, com o aumento de açúcar no sangue, a pessoa passa a urinar mais, o que gera desidratação e, consequentemente, sede.
  • 2) Excesso de urina
  • Pessoas com diabetes costumam sentir que estão urinando mais – levantam mais à noite para ir ao banheiro, por exemplo.

“Quando aumenta o açúcar no sangue, o rim começa a filtrar açúcar, elimina açúcar pela urina. E aí a pessoa perde água junto, e isso desidrata, dá muita sede”, explica Tambascia.3) Fome Também causada pela desidratação e perda de glicose pela urina. “Você perde caloria pela urina, perde açúcar”, explica Turatti. Isso, segundo ele, dá fome, para o corpo recuperar calorias.

  1. Thinkstock
  2. 4) Tontura e cansaço
  3. Esses sintomas não são específicos, mas são comuns em casos de diabetes.
  4. Isso ocorre porque, quando o nível de açúcar no sangue está baixo, é como se as células não tivessem “combustível” suficiente para trabalhar.
  5. Também pode ocorrer tontura devido à desidratação.
  6. 5) Perda de peso
  7. Ocorre também como resultado da perda de calorias pela urina.
  8. “Algumas pessoas têm um pouco de enjoo e um emagrecimento muito rápido, já que sem insulina você acaba queimando gordura”, explica Tambascia.
  9. 6) Visão embaçada
  10. O paciente pode ficar com a visão embaçada ou fora de foco.
  11. “Isso ocorre porque você também tem uma alteração no fundo do olho dos pacientes que estão com açúcar muito alto”, diz Turatti.
  12. 7) Infecções nas regiões genitais
  13. Tanto homens quanto mulheres, segundos os especialistas, podem ter infecções na região genital.
  14. “Elas aparecem por conta da alteração da imunidade que, muitas vezes, facilita infecção por cândida tanto no homem quanto na mulher”, diz o presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes.
  15. 8) Idade e grupos de risco
  16. Como a diabetes tipo 2 não costuma ter sintomas, a recomendação é que pessoas com mais de 45 anos façam um exame para detectar diabetes pelo menos uma vez por ano.
You might be interested:  Como Dividir A Tela Do Celular?

“A recomendação é que todo adulto com mais de 45 anos faça medida de glicemia uma vez por ano, que ele vá num clínico fazer o exame. Se tem antecedente de diabetes na família, deve fazer até antes, mais novo”, explica Tambascia. Pessoas que estão acima do peso também devem ficar atentas, já que a diabetes tipo 2 está ligada à obesidade.

Como fazer o teste de diabetes no celular?

Continua após publicidade O celular agora pode virar um grande aliado do diabético (Foto: Gwénolé Jaffrédou/SAÚDE é Vital) Continua após publicidade O FreeStyle Libre ganhou destaque no controle do diabetes anos atrás. Era só colocar um pequeno sensor no braço e, então, passar um leitor por perto para checar a própria glicemia em tempo real – e sem picadas,

Pois esse sistema, da empresa Abbott, foi aprimorado com o desenvolvimento de um aplicativo de celular, que acaba de desembarcar no Brasil. Funciona assim: em vez de recorrer ao tal leitor, o usuário baixa gratuitamente o app FreeStyle LibreLink no seu telefone (disponível nos sistemas Android e iOS).

Aí é só aproximar o celular do sensor – que é instalado pelo próprio paciente no braço – e ver a quantas anda as suas taxas de açúcar no sangue. “O aplicativo é mais amigável do que o leitor anterior”, sentencia o endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo,

  • De acordo com ele, os gráficos exibidos pela tela do telefone são claros e permitem uma melhor interpretação dos dados.
  • Aí vem outro ponto positivo.
  • Com o app, fica fácil compartilhar os seus níveis glicêmicos para o médico.
  • Você aperta um botão e pronto (antes, teria que acoplar o leitor em um computador e fazer a transmissão por meio de um site).

Além disso, a inovação faz com que a pessoa ande com uma coisa a menos no bolso. É uma comodidade especialmente bem-vinda para quem tem a mente mais avoada, assim por dizer. No mais, a dispensa do leitor é sinônimo de economia. O que, convenhamos, conta pontos para um método de monitoramento relativamente caro – e que não está disponível no serviço público.

  • Continua após a publicidade Atualmente, cada sensor custa 239,90 reais e precisa ser trocado de duas em duas semanas.
  • Ou seja, em um mês, as despesas ficam na casa dos 500 reais.
  • Já o kit com dois sensores e o leitor tradicional sai por 599,70 reais.
  • De acordo com Couri, o mais bacana do FreeStyle Libre e do aplicativo é visualizar as variações na glicemia em gráficos amigáveis e, a partir daí, tomar medidas que refinam o controle do diabetes.

“Isso empodera o paciente. Se for para usar essa tecnologia somente para não furar o dedo, acho caro”, afirma. Cabe destacar que esse app já estava disponível em outros locais, como na Europa. Lá fora, aliás, há uma versão mais moderna do dispositivo, batizado de Free Style Libre 2.

Diabetes Exames

A saúde está mudando. O tempo todo. Acompanhe por VEJA SAÚDE e também tenha acesso aos conteúdos digitais de todos os outros títulos Abril* Informação, medicina e ciência para cuidar bem do seu corpo e mente. *Acesso digital ilimitado aos sites e às edições das revistas digitais nos apps: Veja, Veja SP, Veja Rio, Veja Saúde, Claudia, Superinteressante, Quatro Rodas, Você SA e Você RH.

O que mais causa diabetes?

No entanto, os maiores causadores das diabetes são os maus hábitos e nenhuma prática de exercício físico. Principalmente quando a dieta é desregrada, com acúmulo de gordura, sódio e carboidratos simples.

Como saber se estou com diabetes pela urina?

A poliúria, que é a urina em excesso ou em maiores frequências, é mais um dos sintomas da diabetes. Isso ocorre porque os rins não conseguem reabsorver toda a glicose filtrada, que é eliminada junto a uma grande quantidade de água.

Quantas vezes um diabético urina por dia?

Necessidade de urinar com frequência – O aumento da glicose no sangue é uma das causas desse sinal. Ele força os fluidos para fora das células, aumentando a quantidade de líquido entregue aos rins, aumentando, consequentemente, a vontade de urinar. Ir ao banheiro várias vezes ao dia e/ou à noite, estar acima do peso e ter vida sedentária são indícios para investigar a presença da diabetes, de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU),

Qual o nível de glicose normal por idade?

Os valores propostos para pacientes diabéticos variam de acordo com a idade, sendo considerados ideais valores abaixo de 160 mg/dl para adultos e 180 mg/dL para crianças, com variação para grupos especiais como lactentes, adolescentes e idosos.

Quem come muito doce pode ter diabetes?

Comer doces causa diabetes? MITO – O que causa diabetes é a produção insuficiente ou mal reconhecimento celular de insulina. Comer doces de forma moderada não causa diabetes, mas o consumo em excesso de açúcar por vários anos pode sobrecarregar o pâncreas, e pessoas com propensão genética ao diabetes podem começar a produzir insulina suficiente ou ficarem resistentes a ela.

Qual o melhor exame para detectar diabetes?

Como ler o diagnóstico de diabetes no exame de sangue? – O diagnóstico de diabetes é feito com base nos resultados de um exame de sangue conhecido como glicemia de jejum, esse exame é geralmente solicitado pelo clínico geral em check-ups anuais, juntamente com outros exames, como hemoglobina, creatinina, enzimas hepáticas, ácido úrico, colesterol, dentre outros.

Como fazer teste rápido de diabetes?

– Necessário jejum de 8 horas. – Evitar a ingestão de bebida alcoólica nos últimos 3 dias (72 horas) ao exame; – Evitar fumar; – Informar os medicamentos em uso para evitar interferências no resultado do exame.

Como fazer teste rápido diabetes?

Para realizar o preventivo, é necessário estar de 8 a 12 horas de jejum, sem consumir nenhum tipo de alimento ou bebidas, exceto água. O exame é utilizado para investigar possíveis casos de diabetes e para controle da doença.

Qual valor normal de glicemia?

Glicemia de jejum normal: inferior a 99 mg/dL ; Glicemia de jejum alterada: entre 100 mg/dL e 125 mg/dL; Diabetes: igual ou superior a 126 mg/dL; Glicemia de jejum baixa ou hipoglicemia: igual ou inferior a 70 mg/dL.

Como fazer o teste de diabetes no celular?

Continua após publicidade O celular agora pode virar um grande aliado do diabético (Foto: Gwénolé Jaffrédou/SAÚDE é Vital) Continua após publicidade O FreeStyle Libre ganhou destaque no controle do diabetes anos atrás. Era só colocar um pequeno sensor no braço e, então, passar um leitor por perto para checar a própria glicemia em tempo real – e sem picadas,

  • Pois esse sistema, da empresa Abbott, foi aprimorado com o desenvolvimento de um aplicativo de celular, que acaba de desembarcar no Brasil.
  • Funciona assim: em vez de recorrer ao tal leitor, o usuário baixa gratuitamente o app FreeStyle LibreLink no seu telefone (disponível nos sistemas Android e iOS).
You might be interested:  Como Excluir Contato Do Whatsapp?

Aí é só aproximar o celular do sensor – que é instalado pelo próprio paciente no braço – e ver a quantas anda as suas taxas de açúcar no sangue. “O aplicativo é mais amigável do que o leitor anterior”, sentencia o endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo,

  1. De acordo com ele, os gráficos exibidos pela tela do telefone são claros e permitem uma melhor interpretação dos dados.
  2. Aí vem outro ponto positivo.
  3. Com o app, fica fácil compartilhar os seus níveis glicêmicos para o médico.
  4. Você aperta um botão e pronto (antes, teria que acoplar o leitor em um computador e fazer a transmissão por meio de um site).

Além disso, a inovação faz com que a pessoa ande com uma coisa a menos no bolso. É uma comodidade especialmente bem-vinda para quem tem a mente mais avoada, assim por dizer. No mais, a dispensa do leitor é sinônimo de economia. O que, convenhamos, conta pontos para um método de monitoramento relativamente caro – e que não está disponível no serviço público.

Continua após a publicidade Atualmente, cada sensor custa 239,90 reais e precisa ser trocado de duas em duas semanas. Ou seja, em um mês, as despesas ficam na casa dos 500 reais. Já o kit com dois sensores e o leitor tradicional sai por 599,70 reais. De acordo com Couri, o mais bacana do FreeStyle Libre e do aplicativo é visualizar as variações na glicemia em gráficos amigáveis e, a partir daí, tomar medidas que refinam o controle do diabetes.

“Isso empodera o paciente. Se for para usar essa tecnologia somente para não furar o dedo, acho caro”, afirma. Cabe destacar que esse app já estava disponível em outros locais, como na Europa. Lá fora, aliás, há uma versão mais moderna do dispositivo, batizado de Free Style Libre 2.

Diabetes Exames

A saúde está mudando. O tempo todo. Acompanhe por VEJA SAÚDE e também tenha acesso aos conteúdos digitais de todos os outros títulos Abril* Informação, medicina e ciência para cuidar bem do seu corpo e mente. *Acesso digital ilimitado aos sites e às edições das revistas digitais nos apps: Veja, Veja SP, Veja Rio, Veja Saúde, Claudia, Superinteressante, Quatro Rodas, Você SA e Você RH.

Onde fazer o teste para saber se tem diabetes?

Laboratório lança teste para alertar sobre risco de diabetes tipo 2 Para alertar a população e sensibilizar as pessoas sobre o risco do diabetes tipo 2, um laboratório farmacêutico lançou a campanha Resposta na Ponta do Dedo, na qual convida a fazer um teste online que permite entender o risco de desenvolver a doença a partir de perguntas sobre os hábitos de vida e histórico familiar. Pelo menos 90% das pessoas com diabetes têm o tipo 2, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). O tipo 2 é aquele em que o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz ou não produz a quantidade suficiente da substância para controlar a glicemia.

Dados do Atlas do Diabetes, produzido pela Federação Internacional de Diabetes (IDF), mostram que o Brasil é o quinto país no mundo em incidência da doença, com 16,8 milhões de portadores. Apesar de ser uma doença crônica, o diabetes é controlável e o paciente pode ter uma vida normal. Para fazer o teste, basta acessar o site,

Caso o resultado seja moderado, alto ou muito alto, a pessoa recebe um vouche r para fazer um teste gratuito de glicemia capilar, conhecido como teste de ponta dedo, em uma farmácia parceira da campanha. Os testes estão sendo oferecidos em todo o Brasil, nas grandes redes de farmácia, e a lista completa está disponível no site da campanha, na aba “Buscar farmácia”.

  1. É importante que o paciente de diabetes entenda que é possível conviver com a doença e ter uma vida de qualidade a partir de mudanças na rotina e no estilo de vida.
  2. Além do tratamento adequado, o teste de glicemia capilar – ou teste de ponta de dedo – é importante ferramenta para monitorar o diabetes e evitar a grande variação de açúcar no sangue”, disse a gerente médica do laboratório, Marina Figueiredo.

: Laboratório lança teste para alertar sobre risco de diabetes tipo 2

Qual o nível de glicose normal por idade?

Os valores propostos para pacientes diabéticos variam de acordo com a idade, sendo considerados ideais valores abaixo de 160 mg/dl para adultos e 180 mg/dL para crianças, com variação para grupos especiais como lactentes, adolescentes e idosos.

Como é a urina de quem tem diabetes?

O que a cor da urina revela sobre a nossa saúde Sabia que o nosso corpo fala? E que a cor da urina é um dos sinais mais indicativos que ele emite? Pois é! A coloração da urina aponta o quanto ingerimos de líquidos, a forma com que nos alimentamos, os medicamentos que utilizamos, e ainda pode manifestar algumas doenças, apesar de não trazer um diagnóstico preciso.

Produzida pelos rins a partir da filtração do sangue, a urina é um dos principais mecanismos do corpo para eliminar substâncias desnecessárias e subprodutos do metabolismo, os quais causariam prejuízos se ficassem acumulados. Confira a lista do que podem indicar as diversas colorações da urina. Urina transparente Urina muito diluída, é sinal de hidratação em excesso.

Sendo assim, os rins precisam trabalhar mais para eliminar o líquido desnecessário. Nos quadros de diabetes descontrolada, isso também pode ocorrer. Urina amarelo-clara É a cor ideal da urina, entre o amarelo-claro e o amarelo dourado. Urina amarelo-escura Essa tonalidade, ainda considerada normal, indica diminuição da água no organismo.

Urina amarelo âmbar ou cor de mel Além da desidratação em níveis mais altos, pode ser indício de problema no fígado. Urina alaranjada Pode estar relacionada a algum alimento e concentração de vitamina C, mas, caso seja persistente, pode indicar problemas na vesícula e doenças do fígado. Urina rosada ou vermelha Pode estar relacionada à ingestão excessiva de alimentos com corante vermelho, mas que não deve ser permanente.

Também pode indicar presença de sangue, infecção, problemas nos rins, fígado, próstata e vesícula. Urina amarronzada Pode indicar desidratação severa e disfunção renal. Urina esverdeada ou azulada Pode estar relacionada ao uso de medicação, alimentos ou ser indício de infecção bacteriana. Fonte: http://www.iujonline.com.br/artigos/19/a-cor-da-sua-urina-diz-muito-sobre-voce Referências: