Como Fazer Pé De Moleque?

Como foi feito o pé de moleque?

Fabricação – A fabricação tradicional do doce se dá através da mistura de amendoins torrados e moídos que são posteriormente misturados a uma rapadura previamente derretida, com o cuidado de quebrar a garapa, que tem a dureza do açúcar cristalizado, dai o nome antigo de “quebra queixo” ou “quebra dentes”, quando era fabricado artesanalmente, por vendedores ambulantes.

  • A mistura é lentamente batida em fogo brando até atingir o ponto prévio à quebra da chamada cristalização e rapidamente a mistura deve ser distribuída sobre uma superfície lisa e fria de pedra.
  • A utilização de um tacho de cobre é desejável.
  • Depois de resfriado o doce adquire a consistência macia que é característica do processo tradicional por incorporar o óleo do próprio amendoim macerado.

Alguns grãos inteiros podem ser acrescentados à mistura, com o fim de quebrar a resistência do cristal, que costuma ficar muito duro, próximo da dureza da pedra de açúcar de cana, muito duro. Tal processo artesanal foi posteriormente substituído por outros similares, mais simples, ao se misturar o açúcar derretido com os amendoins torrados de modo a obter um pé de moleque bastante crocante e não – rígido (igualmente popular, o rígido é o “quebra queixo ou quebra dentes”).

O que fazer se o pé de moleque não endurece?

3. Meu Pé de Moleque ficou mole, o que fazer? – Caso seu Pé de Moleque fique mole, volte a mistura ao fogo baixo e cozinhe mais um tempo, porém isso só poderá ser feito enquanto ele ainda estiver quente e não depois de ser resfriado ou armazenado. O segredo é ter atenção no preparo até obter o ponto certo.

Qual a diferença do pé de moleque do pé de moça?

Uma das características que diferencia o pé de moleque do pé de moça é a consistência de cada um dos doces. O primeiro é conhecido por ser mais difícil de morder, devido à camada crocante formada pelo açúcar derretido em fogo médio e o amendoim. Além disso, ele apresenta um aspecto mais caramelizado.

Onde foi criado pé de moleque?

Pé de moleque: conheça a origem e aprenda 4 variações do doce A origem do pé de moleque vem dos tempos de Brasil colonial (Foto: Elisa Correa/Editora Globo | Iara Venanzi/Casa e Comida) Imagine a cena: nas ruas do Brasil colonial, quituteiras vendem uma iguaria feita de e, Quando elas se distraem, moleques danados passam correndo e surrupiam um quitute.

  • Para dizer que não é preciso roubar, as gritam: “Pede, moleque, pede!”.
  • Assim foi batizado o nosso, um clássico que surgiu no Brasil em meados do século 16, com a chegada da cana-de- à Capitania de São Vicente.
  • O não era assim uma baba de moça, ou seja, o favorito da elite.
  • Era pop entre os pobres e inicialmente conhecido por quebra-dentes ou quebra-queixo.

Para explicar a mudança de nome, além da versão acima, há outras duas hipóteses, ambas relacionadas aos intrépidos moleques de outrora. Uma delas vem da semelhança entre a aparência do doce e os pés dos meninos que viviam descalços na rua. A outra explicação relaciona o visual da guloseima ao calçamento colonial de irregulares, que levava e ainda leva o nome de pé de moleque – que, por sua vez, faz referência aos pezinhos pouco delicados da molecada.

  • Onde encontrar o melhor pé de moleque do Brasil? Anote: Piranguinho, pequena cidade no sul de Minas Gerais, que leva o título de Capital Nacional do Pé de Moleque.
  • Essa história começou em 1936, graças à mulher do chefe da estação de local.
  • Para ajudar no orçamento, Matilde Cunha Torino passou a vender doces na de,

Por sugestão da filha, Alcéa, ela resolveu também fazer um docinho de amendoim com rapadura para oferecer no trem. Colocaram então – olha ele de novo – um moleque com uma bandeja vendendo nos vagões. “Às vezes, não dava tempo para sair do trem, e ele ia parar em Itajubá”, conta rindo a neta de Matilde, Sônia Regina Guedes Torino, que hoje comanda o negócio.

Leia mais Aprenda como fazer rabanada para um café da manhã especial Acontece que a estação acabou. Alcéa, então, montou barraca na estrada e pintou de sua cor preferida,, Assim nasceu a Barraca Vermelha, que fez a fama do pé de moleque de Piranguinho. Entre os ilustres fãs, Sônia cita o poeta Carlos Drummond de Andrade, que definiu o pé de moleque como “a pura joia mineira”, em carta a Alcéa.

E os moleques que vendiam nos vagões de trem? Pois cresceram e acabaram virando funcionários na fábrica da família. Se quiser sentir um gostinho dessa e se deliciar com um delicioso pé de moleque, veja a seguir 4 variações do doce. Para acessar o preparo completo, basta clicar no título ou na foto de cada,1.

A receita de pé de moleque da Barraca Vermelha é rápida e prática (Foto: Elisa Correa/Editora Globo) Com tempo de preparo de apenas 20 minutos, a receita de pé de moleque da famosa Barraca Vermelha é muito simples de fazer e rende, em média, de 27 a 30 doces. O doce é uma ótima pedida para o e até para um lanchinho da noite.

leia mais Brownie: conheça a origem e aprenda 10 variações do doce 2. A receita de trança pé de moleque combina o sabor de amendoim com a textura de pão (Foto: Iara Venanzi/Editora Globo) Quer se desafiar na para preparar uma deliciosa? Então a receita de trança pé de moleque, da Juliana Pascal, da La Gioia, pode ser uma boa opção para você.

O doce mistura o sabor do pé de moleque com a textura de um fofinho, servindo perfeitamente para o lanche da tarde. Rende quatro unidades e tem um tempo de preparo de quatro horas.3. A receita do restaurante Dalva e Dito é a combinação perfeita de pé de moleque com cocada branca (Foto: Iara Venanzi ) Um bom para o pé de moleque é a branca.

A receita do Dalva e Dito é combinação perfeita de brasilidades e sabores deliciosos. Rende 350 g de pé de moleque, demorando uma hora para ficar pronto, e 500 g de cocada, que leva 30 minutos de preparo.4. O bolo pé-de-moleque da boleira Stella Pellegrini é recomendado para quem ama o doce (Foto: Sérgio Pagano/ Editora Globo) Se você ama esse doce e quer levar seu sabor para o próximo nível, então experimente o de pé de moleque, sugerido pela Stella Pellegrini, do Bolo sem Vergonha.

Qual é o benefício do pé de moleque?

O principal ingrediente do pé de moleque Por ser rico em proteínas vegetais é benéfico para o desenvolvimento muscular, o amendoim também promove a recuperação e desenvolvimento muscular. A melhor forma de ingestão do amendoim são opções in natura, ou minimamente processadas, com ou sem casca.

Porque é chamado de pé de moleque?

Coluna | De favela a pé-de-moleque: um causo sobre as origens das palavras Sabem por que pão-duro é sinônimo de pessoa que tem amor exagerado ao dinheiro? Gosto de estudar a origem de certas palavras, ou melhor do significado que algumas palavras adquirem por causa de alguém que fez uso delas, ou de acontecimentos especiais.

  1. Muitas delas surgiram no Rio de Janeiro e se espalharam pelo Brasil.
  2. Por exemplo: favela.
  3. Esse nome vem do tempo da Guerra de Canudos.
  4. Ao lado do arraial de Belo Monte, tinha um morro cheio de uma árvore chamada favela porque dá fava.
  5. Lá, o exército se instalou para bombardear o arraial, com tiros de canhão.

Uma covardia enorme. Quando terminou a guerra, os soldados foram para o Rio de Janeiro achando que seriam muito bem recebidos, mas nem casas eles arrumaram para morar. Tiveram que ficar morando em barracos improvisados no Morro da Providência. Para ironizar sua própria situação, eles compararam esse morro ao que ficava em Canudos e começaram a dizer que moravam no Morro da Favela.

Daí a palavra favela passou a ser utilizada para conjuntos de moradias precárias em morros, depois para todos os tipos de moradias precárias. E pão-duro. Sabem porque é sinônimo de pessoa que tem um amor exagerado ao dinheiro? No Rio de Janeiro tinha um homem que se vestia miseravelmente e todos os dias pedia nas padarias uma coisa qualquer para comer, mesmo que fosse um pão duro.

Um dia descobriram que ele era muito rico, tinha várias casas de aluguel. Pegou o apelido de Pão-duro, que virou sinônimo de sovina, mão-de-vaca. Carrasco é quem executa as pessoas condenadas à pena de morte, como todos sabem. Mas por que é chamado assim? É por causa de um homem chamado Belchior Nunes Carrasco, que viveu em Lisboa há séculos, e tinha essa função.

  1. Algumas palavras têm mais de uma versão sobre sua origem.
  2. Um exemplo é o pé-de-moleque, doce gostoso feito de amendoim e rapadura.
  3. Muita gente acha que o doce tem esse nome porque é da cor dos pés dos moleques que andavam descalços e não tinham o costume de lavar os pés.
  4. Mas a cantora lírica Bidu Sayão, que viveu de 1904 a 1999, contava outra história.
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Segundo ela, no começo do século XX havia muitas baianas que vendiam doces em tabuleiros, no Rio de Janeiro. Os meninos gostavam especialmente desse doce de amendoim, mas como não tinham dinheiro, furtavam das baianas e elas ralhavam com eles para não roubarem.

Pode guardar pé de moleque na geladeira?

Tirar às colheradas e colocar em uma forma untada depois de frio, pode guardar na geladeira.

Porque a rapadura fica puxa puxa?

Hoje vou falar de tecnologia, mas essa é muito antiga e lembra minha infância, é o jeito antigo de fazer rapadura. Isso mesmo, rapadura, do jeito que meu pai fazia com meu avô. Vou deixar registrado para que não se perca no tempo. Tudo começa com o corte da cana, que deve ser feito na semana que ela fica boa. Geralmente, a mesma “junta” de boi que transporta a cana é utilizada para tocar a moenda. Eles puxam um travessão de madeira preso ao mecanismo das moendas. Quando eles giram em torno moinho, vão girando as moendas. As moendas eram feitas de madeira, geralmente eram utilizadas 2 ou 3 (como na foto abaixo). Nesse caso, as da extremidade giram num sentido (horário) e a interna no sentido inverso (anti-horário). Nos últimos anos foram fabricadas algumas de metal, mas o melhor sabor sem dúvida é dado pelas de madeira. As canas cortadas, sem palha e sem folhas, são inseridas nos vãos das moendas. Elas são prensadas soltando a “garapa”, caldo delicioso ainda comum em muitas cidades. A garapa desce e cai numa “bica” (canaleta de madeira), colocada em baixo das moendas. No final da bica, tem uma “cuia” de madeira furada com uma peneira, para coar a garapa livrando-as dos bagaços da cana. A garapa colhida no final da bica é a mais saborosa possível. Por baixo da cuia tem duto, também de madeira, que leva a garapa para um tanque que fica na casinha dos tachos. No final do duto que leva para casinha, tem um filtro (geralmente feito de saco de algodão de açúcar) para deixar a garapa o mais limpa possível. A garapa passa por ele e deveria cair num tonel de madeira. Nesse caso, foi utilizado uma caixa d’água de polietileno. Quando mais a garapa entra em contato com madeira, mais sabor amadeirado ela pega. O uso de plástico ou metal não é recomendado. Chegando no tonel, a garapa vai direto para as taxas de cobre no fogão. Ela é ferventada e deve ser mexida o tempo todo para não ter pontos de concentração de açúcar, o que faria a rapadura ficar mais dura em alguns pontos e com sabor amargo nesses pontos. Para mexer a garapa são utilizadas conchas furadas, tipo colher para colocar arroz. A água da garapa vai evaporando com a fervura e vai ficando o melado. Quando começa a ficar difícil de mexer, chegou no ponto. Nesse momento, dá para tirar um pouco de melado e jogar numa vasilha com água fria, o choque térmico faz o melado se concentrar formando a “puxa”. Para que a parte de cima do melado não esfrie mais rápido que a parte que está em baixo no gamelão, fica-se mexendo o melado no gamelão o tempo todo usando uma colher de madeira. Se quiser adicionar algum componente na rapadura, por exemplo: amendoim, castanha, etc.; esse é momento. Uma vez colocado nas formas, é só esperar secar que teremos a rapadura, como ela é conhecida nos mercados. Essas fotos foram tiradas na 1ª Festa da Rapadura, na Fazenda Pedra Branca, em Cavalheiros, município de Ipameri Goiás. Essa foi a 1ª festa oficial, pois a fazenda já faz rapadura lá há 87 anos. Todos os anos, os donos da fazenda faziam uma festa para a família até ano passado. Aproveito para agradecer ao Valdir e a família por me proporcionar ver isso mais uma vez.

Como conservar o pé de moleque?

Voltar 200g Ingredientes: Amendoim torrado, ac?u?car e xarope de glicose. Alérgenos: Contém amendoim. Armazenagem: Armazenar em local seco e ventilado, ao abrigo do sol e umidade, na embalagem original, fechada e protegida do contato direto com o solo. Validade: 8 meses a partir da data de fabricação.

Crocante Muito Sabor

Quantas calorias tem um pé de moleque?

Informação nutricional

Porção de 17 g (1 unidade)
Quantidade por porção %VD(*)
Valor energético 79 kcal = 332 kJ 4
Carboidratos 6,4 g 2
Proteínas 2,4 g 3

Quantas calorias tem 1 unidade de pé de moleque?

Qtde de porção % VD(*)
Valor energético 79kcal =333kJ 4%
Carboidratos 13g 4%
Proteínas 1,3g 2%
Gorduras totais 2,7g 5%

Quantas calorias tem um pé de moça?

Pé de Moça 20 unidades – 1,1kg – Ouro Fino

Informação Nutricional | porção de 55g(1 unidade)
Valor Calórico 220 kcal = 965 kJ 11
Carboidratos 23,2 g 7
Proteínas 5,7 g 11
Gorduras Totais 12,9 g 17

Quem trouxe o pé de moleque para o Brasil?

A Origem do Pé de Moleque O Pé de Moleque com mel de abelhas, havia chegado à Europa na Alta Idade Média, trazido pelos árabes em suas incursões à Península Itálica e à Península Ibérica. Dessa invenção árabe se originaram, antes do nosso doce, de “mel de cana (“rapaDURA”, Brasileira)”, o similar português de mel de abelhas, o “nogat” (nome que veio do francês), o “nougat” francês de Montélimar no Vale do Ródano “turrón” de Alicante, Valência, de Toledo, de Castuera (na Estremadura), o italiano “torrone” de Cremona, Alba Siena, Benevento, o siciliano “ciubatta” e ainda o indiano “chikki”, que foi levado para o oriente pelos portugueses no início do século XVI.

Variações no Brasil O pé de moleque surgiu em meados do século XVI com a chegada da cana de açúcar à Capitania de São Vicente, trazida pelo navegante Martin Afonso de Souza. O pé de moleque é extremamente popular no Brasil. A cidade de Piranguinho no sul do estado de Minas Gerais é famosa pela produção artesanal do tradicional pé de moleque mineiro, a qual tem como lema ser a capital nacional do pé de moleque.

Piranguinho ainda tem se destacado no cenário nacional, através festa do maior pé de moleque do mundo, que já faz parte do calendário cultural de festividades do município. Nas regiões sul e sudeste do Brasil, o pé de moleque é um doce bastante relacionado às culturas caipira “QUEBRA DENTES” e na versão açoriana com mel de abelhas, mais delicado, e também mais caro, devido ao preço do mel de abelhas, e se relaciona ao pé de um moleque.

Este pé de moleque é preparado com massa puba (massa de macaxeira que passou pelo processo de fermentação), açúcar, ovos, manteiga ou margarina, coco ralado e leite.Após serem misturados todos os ingredientes, a massa é colocada em porções geralmente ao comprido e enrolada na folha verde da bananeira, e em seguida é assada no forno.Finalmente, deve ser diferenciado de outros doces similares, mas que não usam os mesmos ingredientes ou métodos tradicionais como a paçoca doce (que não é cozida), o gibi, o doce de leite com amendoim, o pé de moleque branco (que utiliza bicarbonato de sódio), etc.

A FABRICAÇÃO tradicional do doce se dá através da mistura de amendoins torrados e moídos que são posteriormente misturados a uma rapadura previamente derretida, com o cuidado de quebrar a garapa, que tem a dureza do açúcar cristalizado, dai o nome antigo de “quebra queixo” ou “quebra dentes”, quando era fabricado artesanalmente, por vendedores ambulantes.

A mistura é lentamente batida em fogo brando até atingir o ponto prévio à quebra da chamada cristalização e rapidamente a mistura deve ser distribuída sobre uma superfície lisa e fria de pedra. A utilização de um tacho de cobre é desejável. Depois de resfriado o doce adquire a consistência macia que é característica do processo tradicional por incorporar o óleo do próprio amendoim macerado.

Alguns grãos inteiros podem ser acrescentados à mistura, com o fim de quebrar a resistência do cristal, que costuma ficar muito duro, próximo da dureza da pedra de açúcar de cana, muito duro. Tal processo artesanal foi posteriormente substituído por outros similares, mais simples, ao se misturar o açúcar derretido com os amendoins torrados de modo a obter um pé de moleque bastante crocante e não – rígido (igualmente popular, o rígido é o “quebra queixo ou quebra dentes”).

Assim se pôde manufaturar o doce em maior escala mantendo um padrão industrial, e a satisfação do consumidor. INDUSTRIALIZAÇÃO E PRODUÇÃO Atualmente no mercado existe linha de processo capaz de aumentar significativamente a produção e a qualidade final dos produtos (pé de moleque). O processo inicial para produção de pé de moleque permanece o mesmo, é feito a quantificação de ingredientes em tacho misturador/cozinhador, com cozimento e manipulação.

Depois de cozidos, a massa é colocada na linha de processo composta por: esteira transportadora, laminador, calibrador, ventiladores, facas rotativas para o corte longitudinal e guilhotina para o corte transversal, podendo o dimensional ser variado conforme desejado.

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Quem criou a paçoca?

Apesar do largo consumo e da popularização que promoveu, a paçoca não é invenção da cultura nordestina, mas da cultura indígena. Os povos indígenas já se alimentavam com comida à base de carne seca e farinha de mandioca. O termo ‘paçoca’ vem do termo indígena ‘pasoka’.

Quem foi que inventou a rapadura?

O doce sabor nutritivo da rapadura Feita a partir da cana-de-açúcar, a rapadura é consumida em mais de 30 países do mundo. A Índia é o maior produtor e o Brasil ocupa da 7º posição mundial na produção dos tabletes adocicados. “Rapadura é doce, mas não é mole não”, já dizia um ditado que representa a popularidade deste alimento no Brasil. No mundo, cerca de 30 países produzem a rapadura. O maior produtor mundial é a Índia, responsável por 67% dos tabletes adocicados consumidos no planeta. Na América Latina, a Colômbia está em primeiro lugar com 1 milhão de toneladas produzidas por ano. O Brasil fica na sétima posição, sendo o nordeste a nossa maior região produtora.

Colômbia panela e papelón
Venezuela panela e papelón
México panela e pilocillo
Equador panela
Guatemala panela
Peru chancana
Chile chancana
Bolívia chancana e empanizao
Costa Rica tapa de dulce

A fabricação da rapadura é basicamente artesanal, com instrumentos simples e, normalmente, feito por familiares, cooperativas ou comunidades rurais. A matéria-prima é basicamente a cana-de-açúcar, que deve ser cortada sem a queima. Depois disso é levada para um engenho onde é moída e passa por uma decantação para retirada das impurezas, é colocada em um processo de fervura, até que se vire um melado. Apesar da alta concentração calórica, a rapadura tem mais benefícios que o açúcar branco. Sua produção artesanal lhe confere mais nutrientes, sendo rica em minerais como potássio, cálcio, magnésio, ferro entre outros e vitaminas A, B1, B12, E e mais algumas.

  • Há estados do nordeste ela faz parte da merenda escolar de muitas crianças.
  • Normalmente ela é encontrada em barras de 500 gramas ou 1 quilo, mas também é possível encontrar tabletes de 25 ou 50 gramas.
  • O sabor agradável e a popularidade no país inspirou a elaboração de sabores e outras sobremesas a base do doce.

Hoje é possível encontrar rapadura de amendoim, nozes, avelã, leite e até chocolate. Também há pudins e bolos de rapaduras que aparentam ser muito saborosos. Na Centrais de Abastecimento de Goiás (Ceasa-GO), é possível encontrar rapaduras derivados. Em 2019, a venda desse doce ultrapassou 175 mil quilos, com uma movimentação financeira de 897 mil de reais.

Quem não pode comer amendoim?

– Quem NÃO pode consumir amendoim? – Para a grande maioria das pessoas, não há contraindicações. No entanto, pessoas que costumam sofrer com herpes devem evitar o seu consumo, pois o amendoim possui alto teor de arginina. A arginina é um aminoácido que pode facilitar e predispor episódios de herpes.

Quantos pé de moleque pode comer por dia?

Continua após publicidade Deborah Maxx (/) Continua após publicidade Uma grande dúvida costuma pairar sobre a cabeça daqueles que visitam as festas juninas: o que comer? Entre as opções, estão duas receitas feitas basicamente com açúcar e amendoim, ou seja, a paçoca e o pé de moleque – este, por sua vez, pode ter acréscimo de mel, achocolatado, leite condensado e manteiga.

A verdade é que ambos possuem alta concentração de gorduras e calorias. Por isso, o ideal é consumir apenas uma unidade. Leia mais: Amendoim ajuda a afastar o risco de doenças cardiovasculares Na lista de pontos positivos está o fato de os dois doces oferecerem proteínas e fibras. Nesses quesitos, a paçoca até leva ligeira vantagem (mas é bom lembrar que há pessoas intolerantes ou alérgicas ao amendoim).

O melhor, então, seria ficar com o milho, a pipoca sem sal ou a batata-doce, itens saudáveis e igualmente deliciosos. Confira, abaixo, mais detalhes sobre a composição da paçoca e do pé de moleque. Os valores se referem a 100 gramas dos alimentos.1. Energia Paçoca – 487 cal Pé de moleque – 503 cal 2. Proteínas Paçoca – 16 g Pé de moleque – 13,2 g Continua após a publicidade 3. Gorduras Paçoca – 26,1 g Pé de moleque – 28 g 4. Carboidratos Paçoca – 52,4 g Pé de moleque – 54,7 g 5. Fibras Paçoca – 7,3 g Pé de moleque – 3,4 g Continua após a publicidade 6. Sódio Pé de moleque – 16 mg Paçoca – 167 mg

É bom comer amendoim à noite?

Posso comer amendoim à noite? Sim, comer amendoim à noite ou antes de dormir é uma ótima ideia.

Qual é a região do pé de moleque?

No gosto popular, o tradicional pé de moleque é patrimônio da gastronomia regional. Porém na pequena cidade de Piranguinho, no Sul de Minas Gerais, a iguaria é realmente levada a sério. Afinal, o município mineiro é conhecido como a capital brasileira do famoso pé de moleque.

Qual a cultura do pé de moleque?

O pé de moleque no Brasil surgiu com a chegada da cana-de-açúcar – no século XVI – e, devido ao tamanho do nosso país, ganhou características próprias em cada região. No Sul e Sudeste está relacionado à cultura caipira, feito com mel de abelhas ou açúcar refinado.

Como é escrito pé de moleque?

Grafia no Brasil: pé de moleque. Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990:pé de moleque.

Quem foi que inventou o pé de moleque?

A Origem do Pé de Moleque O Pé de Moleque com mel de abelhas, havia chegado à Europa na Alta Idade Média, trazido pelos árabes em suas incursões à Península Itálica e à Península Ibérica. Dessa invenção árabe se originaram, antes do nosso doce, de “mel de cana (“rapaDURA”, Brasileira)”, o similar português de mel de abelhas, o “nogat” (nome que veio do francês), o “nougat” francês de Montélimar no Vale do Ródano “turrón” de Alicante, Valência, de Toledo, de Castuera (na Estremadura), o italiano “torrone” de Cremona, Alba Siena, Benevento, o siciliano “ciubatta” e ainda o indiano “chikki”, que foi levado para o oriente pelos portugueses no início do século XVI.

Variações no Brasil O pé de moleque surgiu em meados do século XVI com a chegada da cana de açúcar à Capitania de São Vicente, trazida pelo navegante Martin Afonso de Souza. O pé de moleque é extremamente popular no Brasil. A cidade de Piranguinho no sul do estado de Minas Gerais é famosa pela produção artesanal do tradicional pé de moleque mineiro, a qual tem como lema ser a capital nacional do pé de moleque.

Piranguinho ainda tem se destacado no cenário nacional, através festa do maior pé de moleque do mundo, que já faz parte do calendário cultural de festividades do município. Nas regiões sul e sudeste do Brasil, o pé de moleque é um doce bastante relacionado às culturas caipira “QUEBRA DENTES” e na versão açoriana com mel de abelhas, mais delicado, e também mais caro, devido ao preço do mel de abelhas, e se relaciona ao pé de um moleque.

Este pé de moleque é preparado com massa puba (massa de macaxeira que passou pelo processo de fermentação), açúcar, ovos, manteiga ou margarina, coco ralado e leite.Após serem misturados todos os ingredientes, a massa é colocada em porções geralmente ao comprido e enrolada na folha verde da bananeira, e em seguida é assada no forno.Finalmente, deve ser diferenciado de outros doces similares, mas que não usam os mesmos ingredientes ou métodos tradicionais como a paçoca doce (que não é cozida), o gibi, o doce de leite com amendoim, o pé de moleque branco (que utiliza bicarbonato de sódio), etc.

A FABRICAÇÃO tradicional do doce se dá através da mistura de amendoins torrados e moídos que são posteriormente misturados a uma rapadura previamente derretida, com o cuidado de quebrar a garapa, que tem a dureza do açúcar cristalizado, dai o nome antigo de “quebra queixo” ou “quebra dentes”, quando era fabricado artesanalmente, por vendedores ambulantes.

A mistura é lentamente batida em fogo brando até atingir o ponto prévio à quebra da chamada cristalização e rapidamente a mistura deve ser distribuída sobre uma superfície lisa e fria de pedra. A utilização de um tacho de cobre é desejável. Depois de resfriado o doce adquire a consistência macia que é característica do processo tradicional por incorporar o óleo do próprio amendoim macerado.

Alguns grãos inteiros podem ser acrescentados à mistura, com o fim de quebrar a resistência do cristal, que costuma ficar muito duro, próximo da dureza da pedra de açúcar de cana, muito duro. Tal processo artesanal foi posteriormente substituído por outros similares, mais simples, ao se misturar o açúcar derretido com os amendoins torrados de modo a obter um pé de moleque bastante crocante e não – rígido (igualmente popular, o rígido é o “quebra queixo ou quebra dentes”).

  1. Assim se pôde manufaturar o doce em maior escala mantendo um padrão industrial, e a satisfação do consumidor.
  2. INDUSTRIALIZAÇÃO E PRODUÇÃO Atualmente no mercado existe linha de processo capaz de aumentar significativamente a produção e a qualidade final dos produtos (pé de moleque).
  3. O processo inicial para produção de pé de moleque permanece o mesmo, é feito a quantificação de ingredientes em tacho misturador/cozinhador, com cozimento e manipulação.

Depois de cozidos, a massa é colocada na linha de processo composta por: esteira transportadora, laminador, calibrador, ventiladores, facas rotativas para o corte longitudinal e guilhotina para o corte transversal, podendo o dimensional ser variado conforme desejado.

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Quando foi criado o pé de moleque?

O pé de moleque no Brasil surgiu com a chegada da cana-de-açúcar – no século XVI – e, devido ao tamanho do nosso país, ganhou características próprias em cada região. No Sul e Sudeste está relacionado à cultura caipira, feito com mel de abelhas ou açúcar refinado.

Qual é a origem do amendoim?

A SEMENTE SABOROSA Por Sueli Carrasco

Port Mahon em 1756

ARACHIS HYPOGAEA, nome nobre que recebeu o nosso saboroso amendoim, Planta anual da família das Fabaceae é também conhecida como leguminosa, cujos frutos do tipo legumes, contêm sementes apreciadas na gastronomia mundial. A planta do amendoim é uma erva com caule pequeno, folhas contendo quatro folíolos de formato elíptico.

Seu fruto é do tipo vagem. Suas flores são pequenas e amareladas, que depois de fecundadas têm o ovário transferido para o solo, onde os legumes se desenvolvem. A origem do amendoim é incerta. Segundo alguns historiadores, é oriundo da América do Sul (Argentina, Bolivia, Brasil, Peru ou Leste dos Andes) e muito utilizado pelos indígenas.

Provas são os trabalhos – potes e vasos de barro – encontrados em formato de amendoim. Nos túmulos dos Incas foram encontrados potes com amendoins com o propósito de o morto poder alimentar-se na passagem para outra vida. Outros estudiosos acreditam que quando os portugueses aqui chegaram ele já era cultivado pelos nossos indígenas.

Na China, muitos anos antes de Cristo, foram encontradas provas que eles já eram grandes cultivadores do amendoim. Porém, pesquisadores citam que foi introduzido por comerciantes portugueses no século XVII e por missionários americanos no século XIX. Tornou-se popular e utilizado para o preparo de muitos pratos da culinária chinesa. No século XX, durante os anos 80, a produção aumentou significativamente, e em 2006 a China era o maior produtor de amendoim do mundo. Um fator importante para esse aumento foi a mudança do sistema comunista para um sistema de economia de mercado livre, quando os agricultores escolhiam o que plantar e o que vender.

Hoje, é o maior produtor e consumidor da semente do mundo, e ele é usado principalmente como matéria-prima para a produção de “óleo de amendoim”. E em receitas, como o frango xadrez.

A Índia também é uma grande produtora e consumidora, só perdendo para a China.

Quando os espanhóis chegaram à América no século XVI, liderados por Cristóvão Colombo, observaram seu consumo e se encarregaram de levar a novidade apresentada pelos nativos para a Espanha, Europa, Ásia e África.

Os portugueses, descobridores do Brasil, levaram o amendoim para a África, o que salvou vários povos da fome. No Século XVII o amendoim era comum em toda região tropical do continente africano.

Na América do Norte o amendoim foi levado pelos escravos africanos, que os carregavam consigo e o plantavam em todo sul dos Estados Unidos. Nessa região, ele foi até emblema do Estado da Geórgia. Na época era chamado pelos norte-americanos de nozes da terra ou ervilha da terra. Foi material de estudos dos botânicos, sendo considerado excelente alimento para os porcos. Na primeira década do século XIX o amendoim já era plantado na Carolina do Sul e usado como substituto do cacau. A cultura do amendoim se fez presente em todos os estados sulistas, e em 1860, com a Guerra de Secessão, foi dado o primeiro aumento notável do consumo norte-americano. Na metade do século XIX os amendoins torrados e grelhados passaram a ser vendidos nas ruas, em jogos de beisebol e em circos. Os vendedores ambulantes, que gritavam ” Hot Roasted Peanuts “, foram ouvidos pela primeira vez nas apresentações do Circo Barnum e, assim, o desejo pelo produto se propagou por todos os Estados Unidos junto às viagens da caravana do Circo. George Washington Carver (1860-1943) programou o sistema de rotação de culturas entre as plantações de algodão e amendoim no Sul dos Estados Unidos. Nesse momento, apareceram os primeiros equipamentos que permitiam uma maior mecanização das colheitas com redução de custo. Carver ainda mostrou que mais de 300 alimentos podiam ser derivados do amendoim. Durante a depressão econômica nos Estados Unidos em 1930, as autoridades estimularam o desenvolvimento de produtos que propiciassem suplementos alimentares à população. Um deles foi a manteiga feita de amendoim ( peanut butter ). O sucesso foi tão grande que a manteiga acabou sendo hábito nacional, substituindo a manteiga tradicional no café da manhã.

Seu uso:

O amendoim quando transformado em óleo é muito utilizado na culinária mundial, por seu sabor suave. O óleo tem também grande importância industrial: é usado em tintas, vernizes, óleos lubrificantes, roupas de couro, inseticidas, sabão e cosméticos. Também pode ser usado para fazer leite sem lactose. Suas cascas são aproveitadas na fabricação de plástico, gesso, abrasivo e combustível. São usadas também para fazer celulose (rayon e papel) e mucilagem (cola). A parte aérea da planta de amendoim é utilizada como feno para alimentação animal.

Amendoim no Brasil: O Brasil já foi um grande produtor de amendoim. Em 1970 o país atingiu uma marca significativa de toneladas, mas desde então os números caíram porque seus produtores o trocaram pela soja. Só voltou a ser expressivo novamente a partir de 1995 de norte a sul.

  • São Paulo é responsável por 80% da produção nacional.
  • O Brasil exporta o equivalente a 22% de sua produção; o restante é utilizado internamente e se destina principalmente à área de confeitos, doces e salgados.
  • Paçoca e pé de moleque são doces feitos com amendoim e ícones principais da cultura popular brasileira.

Paçoca, palavra de origem tupi, significa esmigalhar. É um doce feito com amendoim, farinha de mandioca sal e açúcar. Antes da chegada dos portugueses nossos povos indígenas já faziam tal mistura que historiadores dizem ter surgido no período colonial. Pé de moleque, doce feito com rapadura ou açúcar e pedaços de amendoim. Surgiu no século XVI com a chegada da cana de açúcar. Os mais famosos pés de moleque são produzidos artesanalmente na cidade mineira de Piranguinho. Como a capital do doce, chegou a produzir, em 2007, o maior pé de moleque do mundo, com 14 metros de comprimento e 1 de largura.

A primeira sustenta que veio das pedras irregulares, conhecidas como pés de moleque do calçamento dos tempos coloniais. Ao esfriar e endurecer, o doce lembrava a superfície da rua.

A segunda conta que as quituteiras, ao armarem seus tabuleiros, eram furtadas por moleques. Cansadas com o ocorrido gritavam: PEDE MOLEQUE; não é necessário roubar.

Amendoim, mani, cacahuete, não importa o nome; o que importa é seu sabor marcante!

http://pt.wikipedia.org/wiki/amendoim www.proamendoim.com.br/amendoim_historia www.abicab.org.br/amendoim/dicas-3/ www.estadao.com.br/noticiasgeral,pede-moleque,4502 www.abicab.org.br/amendoim/historia-3/

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Qual é a cultura do pé de moleque?

Foto por: Tania Bertoni por Getty Images via Canva – https://www.canva.com/pt_br/modelos/ Atualizado em: 25/02/2022 A cozinha é o lugar mais cheiroso de casa, né? Os aromas se misturam, as cores explodem nas panelas e a mágica acontece. E cozinha mineira então? Delícia, né? E por aqui não tem magia, é gastronomia! Um desses cheiros que a gente adora sentir nessa época de festividades juninas é o do amendoim torrado.

  1. Além desse legume ser super queridinho, é um item super versátil da culinária! Vai bem como petisco, tempera a canjica e é o ingrediente principal de diversos doces.
  2. É o caso do pé de moleque, nossa receita junina do dia! O doce, que é tipicamente brasileiro e surgiu no ciclo da cana-de-açúcar, é uma mistura perfeita da rapadura com o amendoim torrado.

Seu nome pode ser explicado por duas versões: a primeira, diz da semelhança entre a cor e calos dos pés dos moleques que viviam correndo descalços pelas ruas de terra batida; e a segunda fala das cozinheiras das fazendas, que eram assediadas pelas crianças da vizinhança, suplicando por um pouco de doce enquanto elas mexiam seus tachos no preparo da massa.

Neste momento, as mestras diziam a eles: “– Pede, moleque!” Quem viaja pelo sul de Minas e passa pela BR- 459 deve saber que o doce é o carro chefe das barracas que ficam à margem da estrada, fazem parte da cultura de Piranguinho, cidade que recebeu o título de Capital do Pé de Moleque! Até o poeta Carlos Drummond de Andrade se rendeu a essa maravilha! Em passagem pela cidade deixou uma carta dizendo que o doce é uma “joia rara”, isso em 1953, imagina o quanto essa tradição e esse tempo só fizeram bem pro pé de moleque da cidade? O Pé de Moleque de Piranguinho tem o reconhecimento em Minas Gerais, por seu modo artesanal de fazer o doce, sendo considerado Patrimônio Imaterial, por isso, acabou tornando-se famoso e, com certeza, quem experimenta não esquece jamais! E é por isso que existe na cidade uma festa dedicada exclusivamente a iguaria, onde em 2019, produziram o maior pé de moleque do mundo, com cerca de 24 metros de comprimento, e se você pensa que “é doce que não acaba mais” se enganou, a distribuição desse recorde mundial foi gratuita e acabou rapidinho! Salivou aí, né? Já pensou agora fazer o pé de moleque de Piranguinho na sua casa? Pois é! Hoje trazemos a receita tradicional de uma das barracas mais famosas da cidade e, também, a receita do cajuzinho.

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