Como Fazer Baião De Dois?

Qual a diferença de baião e baião de dois?

A história do baião de dois O ‘Baião de Dois’ é um prato típico do Nordeste do Brasil, vindo do Ceará. É um preparado de arroz e feijão, usado prefencialmente o feijão de corda. O nome “baião” deriva de uma dança típica, um ritmo musical que foi muito difundido por Luiz Gonzaga, que ficou conhecido nacionalmente como “O Rei do Baião”.

  • O Baião de Dois é um prato completo, ou seja, não precisa de acompanhamento.
  • Para fazê-lo deve-se cozinhar o arroz no caldo do feijão já cozido e temperado, misturando o feijão cozido com o arroz na panela ainda no fogo, e depois de pronto adicionar.
  • Sua história remete aos tempos das grandes dificuldades do povo nordestino com as secas quando a comida era escassa e nada podia se estragar ou desperdiçar.

Dessa forma, o povo uniu as sobras da cozinha, arroz e feijão com o pouco que tinha de carne seca e queijo de coalho, surgindo assim esse famoso prato da cozinha nordestina. Com o passar do tempo as receitas foram sendo adaptadas e diversificadas. Confira aqui como preparar o Baião de Dois:

O que combina com baião de dois?

Amanhã é comemorado o primeiro dia da Semana de Cultura Nordestina, celebrada em São Paulo. A data marca o falecimento do músico brasileiro Luiz Gonzaga, o rei do baião e uma das figuras mais representativas da região, ocorrido em 02 de agosto de 1989.

A região Nordeste é marcada por extremos. A sua culinária não fica atrás. Enquanto de um lado temos toda a parte litorânea, repleta de peixes de água salgada e frutos do mar, do outro temos o sertão com suas terras mais áridas e secas, com o charque e a mandioca como alimentos típicos, por exemplo. É uma tarefa delicada delimitar a gastronomia da região, pois alguns pratos são mais fortes nos estados de origem, como o acarajé, na Bahia, ou o Baião de dois, no Ceará.

Mas uma coisa é certa, independente do estado, a comida nordestina tem presença, atitude, sabores fortes, produtos nativos e sustância. Sem dúvida, uma parceria de sucesso com bons vinhos. Em homenagem a essa região de culinária maravilhosa, selecionamos algumas harmonizações que amamos e que você precisa experimentar: Baião de dois (acima) Prato que possui suas origens no estado do Ceará, rico, untuoso e de grande sabor. Vinho Espumante Salton Brut – Leve, fresco, cítrico e saboroso, esse espumante é elaborado nas frias montanhas da Serra Gaúcha. Vinho Cent’are Nero D’avola Terre Siciliane IGP 2013 – Apresenta aromas de ameixa e amora maduras e notas de cacau. Em boca, mostra bom frescor integrado à fruta. Acarajé Um clássico baiano, composto tradicionalmente por caruru, vatapá e camarões. Tem consistência pesada e, por ser frito no azeite de dendê, além de gorduroso, seus sabores ficam fortes, bem marcados. Vinho Toro Loco Rosé 2015 – No aroma, apresenta notas de cereja, morango e framboesa, que estão associadas às nuances cítricas. No paladar, é leve e fácil de beber. Spumante Batasiolo Pinot Chardonnay Brut – Espumante italiano elegante, fresco, de bom corpo, excelente acidez e notas de pão. Carne de sol com aipim e manteiga de garrafa Três ingredientes tradicionais unidos em um único prato. Gordura, mix de texturas e peso não faltam nesse prato, portanto, tintos de leve a médio corpo ou espumantes elaborados pelo método Champenoise são bons aliados. Espumante Real de Aragón Cava Brut – Possui estilo clássico, com paladar cremoso, fresco e gastronômico, características que se completam com as notas de brioche. Vinho Teorema 2012 – Um espanhol intenso, cativante, equilibrado, saboroso, frutado, com um final longo e notas de alcaçuz e cravo. Sarapatel Sua composição varia de estado para estado, mas uma coisa é certa: o prato é rico em sabores, estruturado e forte. Aqui também deve-se tomar cuidado com a pimenta. O ideal é harmonizar com espumantes brut ou extra brut. Espumante Trivento Extra Brut – Cor pérola, tendendo ao rosado, que junto aos seus aromas de frutas, pão torrado e noz moscada emolduram o estilo elegante. Fantinel Spumante Cuvée Prestige Brut – Intenso, persistente e fresco, é um rótulo de alta qualidade que possui um diferencial nas uvas. Charque com abóbora cozida A carne-seca é untuosa, de sabor pronunciado, defumado e com leve picância, que se equilibra com o sabor adocicado da abóbora. Vinho Que Guapo 2013 – Tinto macio e equilibrado no paladar, com aromas de frutas negras maduras, chocolate e delicado toque do carvalho. Vinho Natana Cuvée Rouge 2013 – Aroma de frutas vermelhas frescas e toque de especiarias. No paladar, as frutas do aroma se confirmam. Galinha à cabidela Prato com raízes portuguesas que se adaptou com excelência no Brasil. A grande diferença é o molho que acompanha a galinha. A carne fresca e o sabor intenso do molho pedem brancos mais amadeirados ou tintos com bom frescor. Vinho Maycas Reserva Sumaq Chardonnay 2014 – Possui médio corpo, é frutado, elegante, mineral e com frescor em evidência. Vinho Auguste Bessac Côtes Du Rhône AOP 2013 – É equilibrado, possui bom corpo, taninos marcantes, notas de frutas e especiarias. Moqueca baiana De sabores mais fortes e complexos, essa moqueca leva azeite de dendê e leite de coco, sem dúvidas, uma explosão de sabores. Vinho Toro Loco Blanco 2015 – Branco leve, refrescante, saboroso e frutado, é mais um belo exemplar a integrar essa linha de vinhos de sucesso. Vinho Neethlingshof Dry Rosé Merlot 2015 – Com intensas notas de morango, tanto no aroma quanto no paladar, esse vinho é leve, frutado e fresco.

O que é o prato baião de dois?

A origem do nome ‘baião de dois’ tem relação com o baião, dança típica do nordeste do Brasil, sendo que o numeral refere-se à combinação que é a base do prato, o arroz com feijão.

Como foi criado o baião de dois?

Baião de Dois é um autêntico prato do Ceará, que traz uma saborosa união do arroz com o feijão; veja 1 de 4 Baião de dois preparado pelo chef de cozinha Francisco Jr., de Santos — Foto: Mariane Rossi/g1 Baião de dois preparado pelo chef de cozinha Francisco Jr., de Santos — Foto: Mariane Rossi/g1 O baião de dois nasceu no sertão do Ceará.

  • É o casamento do arroz com o feijão fradinho.
  • A carne-seca, o queijo-coalho e a manteiga de garrafa também não podem faltar nesse prato autêntico nordestino.
  • O chef de cozinha Francisco Bezerra de Alencar Junior, mais conhecido como Chico, é de, mas tem família cearense.
  • O pai dele nasceu no estado nordestino e trouxe um pouco do costume e da culinária do sertão para o litoral paulista.

Ao g1, o chef explicou que a receita surgiu na área rural do Ceará, onde o acesso aos alimentos era mais difícil, principalmente, nos tempos de seca. Por isso, as famílias utilizavam ingredientes como o arroz, o feijão e a carne seca, que davam sustento para o trabalho árduo embaixo do sol. Culinaria #013: Aprenda a fazer um baião de dois O chef Chico ensinou ao g1 a receita dele de baião de dois. No preparo, além dos ingredientes tradicionais, o chef adicionou linguiça calabresa, pimentão amarelo, alho e cebola. O coentro e os tomates entram no final da receita para dar deixar o prato ainda mais saboroso ( confira a receita abaixo ou no vídeo ).2 de 4 Chef Francisco em entrevista a jornalista Mariane Rossi, do g1 — Foto: g1 Santos Chef Francisco em entrevista a jornalista Mariane Rossi, do g1 — Foto: g1 Santos Confira a receita do baião de dois do chef de cozinha Francisco Jr.:

  • 500 gramas de carne seca cozida e desfiada
  • 1 linguiça calabresa sem pele cortada em cubos pequenos
  • 200 gramas de queijo coalho
  • 1 manteiga de garrafa pequena
  • 200 gramas de feijão fradinho cozido sem desmanchar
  • 150 gramas de arroz branco cozido
  • 1 pimentão amarelo cortado em cubos medios
  • 4 dentes de alho picados
  • 1 cebola picada
  • 200 gramas de tomate sweet grape
  • 1 maço de coentro
  1. Refogue a linguiça com 2 colheres de manteiga de garrafa até dourar
  2. Acrescente o pimentão, o alho e a cebola
  3. Após estarem levemente refogados, acrescente a carne seca desfiada. Baixe o fogo e mexa algumas vezes
  4. Em outra frigideira, leve para grelhar os bastonetes de queijo coalho, nos quatro lados, e reserve
  5. Acrescente o feijão e o arroz, já cozidos, e o queijo coalho cortado em cubo grandes. Mexa para não grudar
  6. Para finalizar, adicione o coentro picado e o tomate sweet e mais 2 colheres de manteiga de garrafa e misture. Sirva em seguida.
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3 de 4 Baião de dois preparado pelo chef de cozinha Francisco Jr., de Santos — Foto: Mariane Rossi/g1 Baião de dois preparado pelo chef de cozinha Francisco Jr., de Santos — Foto: Mariane Rossi/g1 4 de 4 Baião de dois preparado pelo chef de cozinha Francisco Jr., de Santos — Foto: Mariane Rossi/g1 Baião de dois preparado pelo chef de cozinha Francisco Jr., de Santos — Foto: Mariane Rossi/g1 : Baião de Dois é um autêntico prato do Ceará, que traz uma saborosa união do arroz com o feijão; veja

Porque chama baião de 2?

O nome do baião de dois faz referência ao baião, um estilo de música e dança típico do nordeste brasileiro. O ‘dois’ remete justamente à combinação do arroz com o feijão.

Qual vinho combina com Baião de Dois?

Como Harmonizar o Baião de Dois? – O Baião de Dois é um prato suculento e saboroso, que conta com uma quantidade de gordura elevada, advinda do paio e do bacon. Por conta disso, o ideal é harmonizá-lo com um vinho que tenha boa acidez. A recomendação da DiVinho para harmonizar com o Baião de Dois são os vinhos tintos elaborados com a uva Merlot, que além de contarem com ótima acidez, também revelam grande estrutura e taninos refinados.

Quais são os benefícios do baião de dois?

Imagem: Marina BAIÃO A receita do baião de dois cearense foi passando de geração em geração, ganhou novos ingredientes ao longo do tempo Por: Agrolink – Mônica Vieira Silva Publicado em 01/05/2023 às 15:45h. O baião de dois é um prato típico da culinária nordestina brasileira, especialmente popular no Ceará.

  • Sua história remonta ao século XIX, quando os colonizadores portugueses introduziram o arroz no Brasil.
  • O baião de dois é feito com arroz e feijão, cozidos juntos e temperados com cebola, alho, pimentão e outros ingredientes, como queijo coalho e carne seca.
  • A origem está ligada aos trabalhadores rurais, que preparavam o prato com os ingredientes disponíveis nas fazendas.

A receita do baião de dois cearense foi passando de geração em geração, ganhando novos temperos e ingredientes ao longo do tempo. O prato é uma das iguarias mais famosas da culinária nordestina. Além do sabor marcante e sua importância cultural, o baião de dois também é um prato muito nutritivo, rico em proteínas, carboidratos.

  • Por isso, ele é uma opção ideal para quem busca uma alimentação saudável e saborosa.
  • Ingredientes – Arroz 2 xícaras (chá) – Feijão de corda 2 xícaras (chá) – Manteiga de Garrafa 1/2 xícara (chá) – Queijo de Coalho 200 gramas – Pimenta de Cheiro 1 unidade – Pimentão Verde 1 unidade – Salsinha 1 colher (sopa) – Coentro a gosto – Cebola 1 unidade – Alho 4 dentes Como Fazer Cozinhe o feijão somente na água e sal.

Coloque o arroz para cozinhar normalmente de forma que fique branco e soltinho. Aqueça uma frigideira grande e coloque a manteiga frite o pimentão a cebola e por último o alho. Em seguida coloque o cheiro verde e o feijão sem o caldo. Deixe refogar um pouco e acrescente o arroz.

Como esquentar o baião de dois?

Nos dias de hoje é difícil conseguir fazer uma comidinha fresquinha o tempo todo, com isso acabamos tendo algumas sobrinhas que vai acabar se tornando seu almoço ou janta do dia seguinte, né? Mas você sabe realmente reaquecer essas sobrinhas? Bom se você tiver duvidas se esta fazendo da forma correta acho que esse post pode te ajudar.

A primeira coisa é guardar as sobras da forma correta, então antes de armazenar deixe o alimento esfriar completamente e só então guarde em uma pode bem higienizado e com tampa, e caso não consuma no dia seguinte é importante também etiquetar com a data de fabricação. Cada alimento deve ser aquecido da forma correta, por exemplo: Sopas, Vegetais, Legumes, Molhos e Cozidos ficam melhores quando reaquecidos no micro-ondas, já Pizzas, Pães, Muffins, Assados ficam melhores quando aquecidos no forno baixo (180°C), e coisas como Cremes de queijo, Molhos delicados devem ser aquecidos em Banho Maria.

No Micro-ondas:

Se escolher esse método, saiba que o ideal é abaixar a potencia para média e sempre misturar os alimentos, para que tudo fique aquecido de forma uniforme. É importante que para alimentos como feijão, sopas e caldos pode ser preciso adicionar um pouco mais de água, já que eles costumam ficar com o caldo mais grosso quando guardado. Antes de servir sempre deixe o alimento descansar por pelo menos 2 minutos dentro do próprio micro-ondas, assim o calor sera distribuído de forma uniforme.

No Forno:

Se escolher esse método, lembre-se de colocar os alimentos em uma forma ou refratário próprio para forno, cobrir com papel alumínio e aquecer em forno médio (180°) sempre pré-aquecido. Para não perder tanta umidade, você pode colocar um outro recipiente com um pouco de água dentro do forno.

Banho Maria:

Coloque uma panela com cerca de 2cm de água e deixe ferver, e coloque os alimentos em uma tigela ou panela menor e acomode em cima da panela com água, misture o alimento de tempos em tempos para que o calor se distribua e que tudo fique bem aquecido.

Obs: Para todo os métodos tome cuidado ao retirar o recipiente do forno, micro-ondas ou banho maria, pois eles podem estar muito quentes então sempre use luvas térmicas. Importante: Se sobrou muita comida, divida em várias porções para que na hora de reaquecer não precise reaquecer tudo de uma só vez, afinal cada vez que precisamos aquecer novamente um alimento ele perde a textura e sabor original.

Como esquentar o baião?

Numa panela, coloque um pouco de água e deixe fever no fogão. Coloque a comida em um recipiente (preferencialmente de vidro) ou panela menor e coloque-o em cima da panela com água. Vá misturando os alimentos para que tudo fique bem aquecido.

Qual a diferença entre feijão tropeiro e baião de dois?

Qual é a diferença entre Baião de Dois e Feijão Tropeiro? Embora sejam pratos semelhantes, o Baião de Dois é feito com arroz e feijão -de-corda cozidos juntos, enquanto o Feijão Tropeiro é feito com feijão -fradinho, farinha de mandioca e outros ingredientes, como bacon, linguiça e ovos.

Como tirar o sal da carne-seca rapidamente?

Como dessalgar a carne-seca rápido? Chef explica Dicas Bruna Berti 09/12/2022 • 11:48 – Atualizado em 09/12/2022 • 16:04 A é um método de conservação criado no século XVII, realizado através do contato da peça de em uma grande quantidade de sal e exposta ao sol para secar. Se, atualmente, a preservação da carne já é uma preocupação de grande parte da população – principalmente com as altas dos preços –, você pode imaginar como era quando não existiam as e refrigeradores, né? Entretanto, apesar de grande aliado, o método, por conter elevada quantidade de sódio, pode ser inimigo da saúde, causando, quando consumido em excesso ou constantemente, hipertensão e diversas doenças cardiovasculares.

Assim, conversamos com a chef de cozinha Luciana Cristina Romano, que nos ensinou 3 métodos infalíveis para dessalgar a carne-seca e saborear um prato saboroso e mais saudável; confira: “Se o tempo não é problema para você, deixe a carne na geladeira por mais de 24h”, explica ela. Comece lavando bem a carne para retirar o excesso de sal superficial.

Após isso, basta colocar a carne em uma tigela com água fria e levar à geladeira até o momento do preparo. O ideal é que a água seja trocada algumas vezes durante as horas, retirando o excesso de sal que ficará nela. Este método é indicado para aqueles que desejam preparar uma refeição rapidamente.

Após lavada, coloque a carne-seca em uma panela cheia de água e acrescente um copo de leite – pode ser frio ou em temperatura ambiente – e deixe marinar por cerca de 5 minutos. Após isso, ferva a carne por, aproximadamente, 20 minutos a 30 minutos. Bem prático e rápido, esse método dessalga a carne enquanto ela cozinha.

Após lavar a carne, corte em cubos e leve à panela de pressão com água, deixando cozinhar por 5 minutos após pegar pressão.

2 colheres (sopa) de azeite2 dentes de alho picados1 cebola em cubos500g de carne-seca dessalgada, cozida e desfiada1 lata de milho verde escorrido1 tomate sem sementes em cubosCheiro-verde picado a gosto1 xícara (chá) de azeitona verde fatiada1/2 xícara (chá) de requeijão ou cream cheese1 xícara (chá) de queijo muçarela raladoSal a gostoPimenta-do-reino a gosto

Com um fio de azeite, aqueça uma panela e refogue o alho e a cebola até dourar. Adicione a carne, o milho e o tomate, e refogue por mais uns 5 minutinhos. Acrescente os temperos a gosto, além da azeitona, cheiro-verde e cream cheese. Despeje em uma forma e cubra com a muçarela. Leve ao forno pré-aquecido a 180ºC até gratinar. Carregar mais : Como dessalgar a carne-seca rápido? Chef explica

Quem trouxe o baião para o Brasil?

Luiz Gonzaga foi responsável por levar o baião para o Brasil, além de outros estilos, como o xote, o xaxado e o forró pé de serra. Tem como principais instrumentos o acordeão ou sanfona, o triângulo, a flauta doce, a viola caipira e a zabumba.

Quais são os pratos típicos da região Norte?

A culinária da Região Norte do Brasil Tacacá em Belém do Pará – Foto Bruna Brandão / Mtur A riqueza da culinária da Região Norte do país está na herança dos costumes de seus moradores nativos, os povos indígenas, dos colonizadores portugueses, dos emigrantes da região nordeste, de povos africanos advindos de diferentes regiões do continente e dos invasores como espanhóis, franceses e ingleses.

  • A influência de outros povos não se dá somente em seus costumes mas nos ingredientes trazidos para a região, como no caso das espécies de galinhas e suínos trazidos pelos portugueses, assim como o dendezeiro (árvore de origem africana) que fornece os frutos para a produção do azeite de dendê.
  • Ainda nos estados que fazem fronteira com outros países, muito se tem para estudar e explorar sobre o impacto na culinária.
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Por exemplo, analisar a influência da culinária peru e bolviana na culinária do Acre, da boliviana em Rondônia, da venezuelana e Guianas no Amapá e Roraima. É natural que entre os sete estados da região haja diferenças culturais relevantes, diferentes ingredientes locais e por consequência diversas formas de produzir e preparar o alimento.

  • A região Amazônica tinha como ingredientes básicos de sua culinária, a farinha de mandioca, feijão, peixe e rapadura.
  • A farinha de mandioca era usada sob a forma de farofas, mingaus, beijus e bebidas fermentadas.
  • Da fauna aquática, peixes, crustáceos, tartarugas e tracajás (espécie de cágado de carapaça e pele negra).

Da fauna terrestre, jabutis, antas, macacos e patos. Tudo isso agregado à flora silvestre, frutos, sementes e ervas.

Pescadores em frente ao Mercado Municipal – Manaus Mercado de Manaus Manta de Pirarucu – Foto Márcio Masulino

Ervas e pimentas A famosa Jambu, erva que deixa a língua dormente, é um ingrediente usado pelos índios e hoje aromatiza até cachaças. Usa-se muito o coentro, o cheiro-verde do Pará, a chicória-do-pará e as pimentas, das mais doces às mais picantes, como a cumari e a malagueta.

Cúrcuma (Açafrão) Diversidade de ervas amazônicas Caldo de pimentas – Foto Ederson Brito / MTur

Açaí e outras frutas O consumo do açaí, fruto de uma palmeira que atinge 25 metros de altura e que também fornece palmito, se espalhou por todo o Brasil, mas é nesta região que ele é integrado divinamente aos pratos salgados e doces. A utilização de frutas típicas do Brasil com outros ingredientes, mesmo os salgados, é uma marca da culinária da Região Norte e um desafio prazeroso para chefs da gastronomia nacional e internacional.

Açaí – Foto Márcia do Carmo /Mtur Açai – Foto Márcia do Carmo / Mtur

Doces tradicionais da região : bolo de macaxeira (raiz da mesma família da mandioca), pudim de tapioca, caju em calda, cartola (bananas fritas em manteiga ou óleo, queijo de coalho, canela e açúcar), doce de buriti, pudim de cupuaçu, munguzá, entre outros.

Pirarucu à casaca – Foto Marcos Vicentti Prato “Baixaria” – Marcos Vicentti Rabada no tucupi – Marcos Vicentti

Pratos típicos da região: arroz com pequi, baião de dois, baixaria, caldeirada de tucunaré, camarão no bafo, caruru, cuscuz de milho, feijão tropeiro, galinhada, guisado de galinha, macaxeira cozida, maniçoba, paçoca com banana, pamonha, pato no tucupi, peixe na telha., pescada da gurijuba, pirarucu à casaca, rabada no tucupi, tacacá, tapioca, tucunaré na brasa, entre outros.

Camarão no bafo – Márcia do Carmo Pato no tucupi – Foto Bruna Brandão Caldeirada de pirarucu – Foto Claudia Jatahy Maniçoba – Bruna Brandão / MTur

: A culinária da Região Norte do Brasil

Qual é a comida brasileira?

Consumo na região Norte – Na Região Norte, podemos destacar alguns dados interessantes. Foi o local que mais se referiu à farinha de mandioca (40,6% da população na Região Norte), açaí (12,4%) e peixe fresco (16,8%). Nas demais regiões, a referência a esses alimentos não é tão forte.

Qual é a origem do arroz carreteiro?

O arroz carreteiro, arroz de carreteiro ou, simplesmente, carreteiro é originário do Rio Grande do Sul, mas se tornou muito popular em Minas Gerais, quando os tropeiros gaúchos levavam charque para ser vendido em Minas.

Onde foi criado o baião?

O Baião é um ritmo de música e dança popular da região Nordeste, que surgiu no século XIX e era bastante popular com as camadas menos favorecidas da população do meio rural e da zona praieira, conhecida como ‘canalhada’.

Pode misturar dois tipos de vinho?

O mundo enológico é repleto de informações, descobertas e novas experiências. Para quem está começando a se aventurar pelo universo dos vinhos, é comum que surjam algumas dúvidas ao longo do processo. Uma das mais frequentes é: será que eu posso misturar diferentes tipos de vinho durante o consumo? Dica de leitura: Aprenda a ler cada informação dos rótulos de vinhos Bem, se os vinhos escolhidos estiverem de acordo com o seu gosto pessoal, a resposta é sim! É possível degustar diferentes tipos de vinho em uma mesma ocasião.

Comece pelos espumantes secos.Em seguida, os brancos: primeiro os mais frescos, sem madeira; e depois os amadeirados.Rosés mais claros e depois rosés mais escuros.Depois dos rosés, os vinhos tintos. A ordem indicada é: tintos leves, tintos jovens, sem madeira, tintos com madeira e vinhos tintos de guarda.Espumantes doces e vinhos doces ficam para o final, assim como os fortificados, que geralmente harmonizam com sobremesas e doces em geral.

É claro que você não precisa necessariamente misturar todos os diferentes tipos de vinho em apenas uma oportunidade, mas, caso queira experimentar, comece sempre apreciando uma taça do exemplar mais leve, para preservar o paladar. Ouça também: Wineverso Podcast – Episódio #46 – Como degustar vinhos? Se iniciar por um vinho doce, por exemplo, a tendência é que o gosto ocupe seu paladar e influencie na degustação dos rótulos seguintes.

Outra dica para esse caso é a moderação, já que muitas pessoas temem os efeitos da bebida no organismo no dia seguinte, Para enriquecer a experiência, uma boa pedida é caprichar na harmonização dos vinhos escolhidos com os pratos a serem servidos: vinhos mais leves com entradas, aperitivos e pratos mais leves, e vinhos mais encorpados com pratos que acompanhem esse peso no paladar.

Confira 10 sugestões de diferentes tipos de vinhos disponíveis na Wine Espumante Romeo & Juliet D.O.C. Prosecco Brut Um espumante prosecco leve com boa acidez e potencial de guarda de até três anos. Traz aromas florais e de frutas brancas maduras. Na boca, é cítrico e tem delicada cremosidade.

  • Pode abrir uma sequência de degustações acompanhando saladas diversas ou entradinhas como bobó na mini-moranga.
  • Espumante Marie-Louise Parisot Demi-sec Com uma doçura sutil, esse exemplar tem aromas que remetem a pêssego e marmelo.
  • É ideal para ser apreciado bem gelado (6 a 8 ºC).
  • Tem paladar leve e delicado, bom para degustar com bruschetta caprese ou ceviche picante.

Espumante Henri Maire A.O.C. Crémant du Jura Brut Elaborado com as uvas Chardonnay e Pinot Noir, esse rótulo francês é saboroso e elegante. Revela aromas de frutas brancas como pêra e notas de fermento e flores. Versátil, pode acompanhar desde entradas como carpaccio de polvo e casquinha de siri a um gratinado de batatas.

Altivo Vineyard Selection Chardonnay 2018 Parte desse vinho tem passagem por seis meses em barricas de carvalho francês. É um exemplar com corpo leve para médio, frutado e com boa acidez, produzido com uvas selecionadas nos vinhedos da Finca Eugenio Bustos. Na degustação, pode acompanhar espetinho de camarão como entrada ou pratos mais substanciais como galinhada e risoto caprese.

Marechal Collection Blanc Esse exemplar francês é fácil de beber e ideal para harmonizações cotidianas. Tem aroma de frutas cítricas e tropicais. O paladar apresenta acidez equilibrada e final agradável. Serve bem como aperitivo ou com pratos como sardinha frita, salgadinhos e saladas.

  1. Miles from Nowhere Sauvignon Blanc Semillon 2019 Um vinho para ser tomado sozinho ou para acompanhar entradas e pratos mais leves como ceviche de frutos do mar, casquinha de siri e bruschetta de tomate seco com muçarela de búfala.
  2. Tem sabor fresco, vivo e com um toque de mineralidade.
  3. Fortant de France Terroir Littoral Grenache Rosé 2018 Proveniente da Indicação Geográfica Protegida Pays d’Oc, situada no sul da França, esse vinho é fácil de beber, jovem e frutado.

Tem breve passagem por tanques de aço inox e traz aromas de morango, cereja, framboesa e amora. É versátil e pode ir à mesa com entradas como quiche de ricota e canapés, mas também com pratos principais como risoto de camarão ou lombo suíno com legumes.

Durbanville Hills Atlantic View Merlot Rosé 2018 Com aromas que remetem a frutas vermelhas frescas e flores, esse vinho sul-africano é fácil de beber. Uma boa pedida para eventos durante o dia, para acompanhar menus mais leves. Sirva-o com quiche de palmito, bruschetta de berinjela, yakisoba de legumes ou badejo grelhado com purê de mandioquinha.

Salton Campanha Marselan Tannat 2016 Direto da região da Campanha Gaúcha, esse vinho traz aromas complexos que remetem a compota, groselha, ameixa e cassis. O paladar é equilibrado e persistente, com taninos sedosos. É um bom vinho para harmonizar com queijos, massas e carnes como picanha assada e costela no bafo.

Encostas de Estremoz Pródigo 2013 Esse vinho tinto português da região do Alentejo é produzido a partir do blend entre duas uvas clássicas lusitanas: a Touriga Nacional e a Touriga Franca. É amadurecido por 12 meses em barricas de carvalho francês e americano, fica por mais de 12 meses em garrafa. Tem paladar frutado, com médio corpo, acidez agradável e taninos presentes.

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Acompanha carnes como costela suína, churrasco e carré de cordeiro. Tirou suas dúvidas sobre como misturar diferentes tipos de vinho? Descubra mais informações sobre o universo enológico no Wineverso, o portal de conteúdo do aplicativo da Wine !

O que é bom para comer junto com vinho?

2. Queijos – Os queijos são petiscos clássicos quando se fala em harmonização com vinho tinto, Existem várias opções de pratos que podem ser feitos com queijos, como o famoso fondue e os canapés de queijo e nozes. Porém, por sua intensidade de sabor, você pode servi-los in natura em uma tábua de frios.

  • Opções como muçarela de búfala, queijo coalho e ricota ficam ótimas com um vinho branco suave como o Chardonnay,
  • Já os queijos prato e cheddar, que trazem um sabor mais intenso, ficam mais adequados com um vinho tinto mais leve, como o Merlot.
  • Os espumantes secos, por sua vez, são perfeitos para acompanhar queijos do tipo provolone.

O queijo nobre de massa cremosa, brie, também vai muito bem com vinhos brancos ou os vinhos tintos mais leves como o Pinot Noir, Nesse mesmo contexto, podemos citar o gouda com seu gosto suave e buracos que se espalham na massa. Por fim, os vinhos tintos frisantes e os brancos aromáticos, como o Sauvignon, são uma ótima pedida se você optar por queijos do tipo gorgonzola e roquefort.

Qual a diferença entre Baião de Dois e feijão tropeiro?

Qual é a diferença entre Baião de Dois e Feijão Tropeiro? Embora sejam pratos semelhantes, o Baião de Dois é feito com arroz e feijão -de-corda cozidos juntos, enquanto o Feijão Tropeiro é feito com feijão -fradinho, farinha de mandioca e outros ingredientes, como bacon, linguiça e ovos.

Qual é a principal característica do baião?

O baião utiliza muito os seguintes instrumentos musicais: viola caipira, sanfona, triângulo, flauta doce e acordeon. Os sons destes instrumentos são intercalados ao canto. A temática do baião é o cotidiano dos nordestinos e as dificuldades da vida.

Quem inventou baião?

BAIÃO: O RITMO DANÇANTE DO POVO NORDESTINO PRESENTE NA OBRA DE LUIZ GONZAGA E HUMBERTO TEIXEIRA Michel Prudêncio Oliveira ¹ RESUMO O povo nordestino sempre manteve viva sua forma de festejar e reunir a comunidade para celebrar durante as quatro festas do ano, o maior nome da música popular nordestina é o artista Luiz Gonzaga que retratou sua região através de suas canções.

PALAVRAS-CHAVE: Baião, Dança e Nordeste OBJETIVO Este trabalho tem como objetivo tratar sobre a afirmação do gênero musical “Baião” como ritmo dançante do povo nordestino a partir do final da década de 40 presente na obra “Baião” de composição de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, trabalho que consagrou o gênero na música brasileira onde apresenta efeitos didáticos no tratar da dança e os valores nela contido. JUSTIFICATIVA E PROBLEMATIZAÇÃO

O Gênero musical “Baião” criado por Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira no final dos anos 40 surge como elemento inovador da música popular, dentro do contexto de afirmação da cultura brasileira como sendo uma música dançante do povo nordestino, o gênero se expandiu a partir do Rio de Janeiro conforme aponta NAPOLITANO (p.27) que no fim da década, o Baião de Luiz Gonzaga se nacionalizou, via rádio, consagrando definitivamente a música nordestina nos meios de comunicação e no mercado do disco do “sul maravilha”.

Entendendo a música popular como uma representação social, observamos que a música de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira se afirma como música dançante vindo do nordeste brasileiro e ali se afirmando e se legitimando como aponta NAPOLITANO (2002) que A música popular brasileira tem um lugar sociogeográfico que seria tanto mais autêntico e legítimo quando mais próximo do lugar sociogeográfico das classes populares: o “morro” e, posteriormente, o “sertão”.

A música sertaneja do século XXI não destaca e não reconhece sua tradições e a memória de seus compositores, como também não reconhece tal manifestação como patrimônio imaterial do povo cearense e nordestino. O “Baião”, enquanto gênero musical e movimento cultural bastante difundido no mercado musical brasileiro necessita de um sopro de reconhecimento e salvaguarda de sua memória principalmente no ambiente acadêmico, sendo que os gêneros musicais populares que surgiram a partir dele não referenciam seus mestres, com também não preserva as características musicais e suas referências harmônicas e instrumentais.

  1. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA O movimento cultural “Baião” segundo NAPOLITANO (2002, p.8) “o baião e outros gêneros “regionais” (embolada, coco, moda-de-viola) também foram ganhando espaço no rádio, tornando-se referência para além das suas regiões de origem”.
  2. Nessa perspectiva além de conter teor de denúncia da seca os poetas do Baião buscavam lançar o novo gênero como um novo tipo de dança que logo gerou identificação do povo do Norte e Nordeste brasileiro, principalmente os que viviam no sudeste do Brasil.

A partir da análise dos parâmetros poéticos e musicais da canção “Baião” podemos observar a intenção dos autores em afirmar o novo gênero dançante da música popular brasileira. A letra da canção tem como objetivo ensinar a dançar Baião, novo gênero musical para década de 40.

  • O eu poético é o nordestino que dança constantemente e fala com propriedade sobre os demais ritmos do gênero, o poeta levanta argumento que o “Baião” é uma dança boa e diferente das outras.
  • O autor usa a figura de linguagem Metonímia na expressão “Eu sou doido pelo baião” para supervalorizar sua relação com o gênero musical em questão.

A música tem um clima alegre e no início mantém uma rítmica, sendo que durante o refrão apresenta pontos de tensão. Os instrumentos que predominam são a Sanfona e o cavaquinho que fazem a harmonia da música, a Zabumba, o Triangulo e o ganzá desenvolvem o ritmo.

Na Vocalização a intensidade da voz apresenta muito volume onde o cantor apresenta uma tessitura que vai de tons agudos a graves, existem vozes femininas que fazem o papel dos backvocals participando de arranjos durante o refrão. O Gênero Musical é o “Baião”, e a música é registrada em gravação eletroacústicos com tratamento técnico de estúdio.

O Clima e a letra se complementam e confirmam a mensagem final da música. METODOLOGIA Com a leitura da letra e audição da música “Baião” de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, analisaremos a proposta de inserção do gênero musical “baião” como ritmo dançante na música popular brasileira.

  • Seguiremos a proposta da análise musical de Marcos Napolitano.
  • CONSIDERAÇÕES FINAIS A música popular brasileira se desenvolve com várias funções sociais, a principal delas é a dança, onde o homem celebra em momentos festivos e alegres conforme afirma NAPOLITANO (2002, p.8) “que não podemos esquecer uma função social básica que a música sempre desempenhou: a dança.

Elemento catalisador de reuniões coletivas, voltadas para a dança, desde os empertigados salões vienenses ao mais popularesco “arrasta-pé”,,” Dentro desse contexto os compositores do Baião lançaram um novo gênero musical que apresente uma proposta dançante que dinamizou os gêneros e proporcionou o fortalecimento da identidade cultural do povo nordestino, bem como ocupou os espaços modernos da época criando escola e gerando tendência, se afirmando como um grande fenômeno da música popular brasileira.

  • A intenção de inserir o novo gênero como música dançante foi atingida, o público recebeu o movimento com uma boa aceitação que marcou na história da MPB.
  • REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NAPOLITANO, Marcos.
  • História e música.
  • Belo Horizonte: Autêntica, p.91, 2002.
  • Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, “Baião”.
  • Disponível em:,

Acesso em: 03/11/2018 ¹Graduando da Licenciatura em História a Distância (FAFIDAM – UECE), E-mail: : BAIÃO: O RITMO DANÇANTE DO POVO NORDESTINO PRESENTE NA OBRA DE LUIZ GONZAGA E HUMBERTO TEIXEIRA

Quais são os benefícios do Baião de Dois?

Imagem: Marina BAIÃO A receita do baião de dois cearense foi passando de geração em geração, ganhou novos ingredientes ao longo do tempo Por: Agrolink – Mônica Vieira Silva Publicado em 01/05/2023 às 15:45h. O baião de dois é um prato típico da culinária nordestina brasileira, especialmente popular no Ceará.

Sua história remonta ao século XIX, quando os colonizadores portugueses introduziram o arroz no Brasil. O baião de dois é feito com arroz e feijão, cozidos juntos e temperados com cebola, alho, pimentão e outros ingredientes, como queijo coalho e carne seca. A origem está ligada aos trabalhadores rurais, que preparavam o prato com os ingredientes disponíveis nas fazendas.

A receita do baião de dois cearense foi passando de geração em geração, ganhando novos temperos e ingredientes ao longo do tempo. O prato é uma das iguarias mais famosas da culinária nordestina. Além do sabor marcante e sua importância cultural, o baião de dois também é um prato muito nutritivo, rico em proteínas, carboidratos.

Por isso, ele é uma opção ideal para quem busca uma alimentação saudável e saborosa. Ingredientes – Arroz 2 xícaras (chá) – Feijão de corda 2 xícaras (chá) – Manteiga de Garrafa 1/2 xícara (chá) – Queijo de Coalho 200 gramas – Pimenta de Cheiro 1 unidade – Pimentão Verde 1 unidade – Salsinha 1 colher (sopa) – Coentro a gosto – Cebola 1 unidade – Alho 4 dentes Como Fazer Cozinhe o feijão somente na água e sal.

Coloque o arroz para cozinhar normalmente de forma que fique branco e soltinho. Aqueça uma frigideira grande e coloque a manteiga frite o pimentão a cebola e por último o alho. Em seguida coloque o cheiro verde e o feijão sem o caldo. Deixe refogar um pouco e acrescente o arroz.